Charles Finningan
Três orgasmos depois, percebo minha mulher sonolenta, me retiro de dentro dela, puxo minha sunga, fecho o velcro com certa dificuldade por causa da minha ereção ainda persistente, trago meu amor para meus braços, carrego, sento-me e a coloco no meu colo, preciso amarrar seu biquíni.
— Lina, se apoia em mim, baby. – Ela ainda respira ofegante.
— Estou acordada amor, com as pernas trêmulas e a culpa é toda sua, não sei como chegarei até o píer. – Visto Lina com minha camisa que estava jogada no canto para que ela fique um pouco menos transparente e beijo minha mulher de forma apaixonada.
— Você vai nos meus braços, baby.
Assim que abro a porta peço para o segurança recolher a sandália de Lina e vou caminhando