Quando voltei para o quarto, de pijama e com os cabelos molhados, Laila já tinha arrumado a mesa e estava me esperando para comer. Me sentei e, antes de mais nada, me servi de um copo de Coca-Cola
— Cara, achei que você tivesse perdido esse costume há muito tempo. Pra onde vai tanto refrigerante?
— Eu não sei, Laila, não me enche o saco.
— É sério, Isadora. Se eu tomar esse veneno todos os dias como você faz, saio por aí rolando. Sem contar que na mesma hora vejo um buraco novo de celulite na m