Ainda não entra na minha cabeça. A frase ecoa como um erro que alguém esqueceu de corrigir. Jonas morto. Meu irmão, que sempre parecia grande demais para caber em qualquer consequência, agora reduzido a um corpo esperando reconhecimento. Estou sentada ao lado de Cristina na sala de espera do presídio, o ar pesado, cheirando a desinfetante e metal, com o silêncio cortado apenas por vozes distantes e portas que se fecham com um som seco. Seguro a mão dela desde que chegamos, sentindo os dedos f