Mundo de ficçãoIniciar sessãoAtenção ! Essa obra contém muitos palavrões vindos da protagonista devido a seu estilo de vida. Rubi uma mulher azarada, começa seu dia já atrasada para uma entrevista de emprego. Depois de uma entrevista fracassada, a jovem pensa que não poderia ter um dia pior do que aquele. Porém, assim que pisa do lado de fora, um carro suspeito a sequestra. Acordando em um leilão, Rubi percebe que sua vida tinha acabado de ficar ainda mais azarada. Durante o Leilão, um homem alto e bem vestido, dá o último lance que deixa todos sem palavras, aquele homem, tinha acabado de comprar Rubi por uma quantia de se admirar. Pensando que seria usada como um brinquedo sexual, a jovem pensa que sua vida estava acabada e que nada poderia salva-la. Mas as coisas eram bem diferentes, o homem tinha a comprado para ser sua...empregada !? sim isso mesmo. Aquele homem na verdade não tinha intenção de usar ela como boneca e sim queria que ela arrumasse e concertasse as coisas de sua enorme mansão que por sinal, parecia abandonada de tanto mato e sujeira. Como pode um homem com tanto dinheiro no bolso viver em uma mansão praticamente abandonada!? bem venha acompanhar essa incrível história...
Ler maisDe dentro do banheiro, eu podia ouvir o barulho que aqueles caras faziam enquanto me procuravam. Tão barulhentos... — Senhorita Rubi!!! — Matheus me chamava a cada cinco segundos enquanto sua voz ficava mais chorosa — não pode nos abandonar Senhorita Rubi...precisamos de você para ajudar a lidar com o chefe Senhorita Rubi... — Se eu fosse ela, eu já teria fugido para longe — Eduardo parecia estar sem paciência ao me procurar — Eu sabia que ela iria embora. Também, o nosso chefe é muito sonso e nem percebeu que ela tinha sumido. A procura continuou até que eu pude escutar bem baixinho o barulho da porta do quarto se abrindo . — escuta o barulho do chuveiro — Achei você raposinha~ — diz cantarolando enquanto tenta abrir a porta. — Ué...você trancou a porta ?— pergunta girando a marsaneta da porta. — Mais é óbvio que sim ! — digo sem paciência enquanto me preparo pra entrar no chuveiro. Assim que entro de baixo do chuveiro, dou um pulo para trás a toda velocidade. — AAAAA
Enquanto eu estava terminando de limpar as coisas, aquele tigre sem vergonha, não parava de me importunar. Me mandava limpar os tapetes, tirar poeira das janelas e sempre me agarrando quando eu não estava atenta com seus passos. — Olha só ali — apontando para uma pequena mesa que era enfeitada com um vaso de flores secas— limpa lá também empregada — sorri se sentando no sofá — e quando estiver limpando, dá uma abaixadinha para facilitar as coisas — imaginando algo em sua mente. — Facilitar? Facilitar o que ? — impaciente apertando o pano com força. — Oras, facilitar para que eu possa ver sua bun- — Recebe um pano bem dado na cara. — Se quiser essa porcaria de mesa limpa, então se levante e vai limpar você mesmo ! — saio bufando de raiva indo em direção as escadas. Enquanto eu subia as escadas, percebi que tinha uma janela enorme que dava a vista para o céu. Aquele céu que antes estava com o sol estralando de quente, agora estava se preparando para o nascer da noite. O dia tinha
Quando achei que não tinha como piorar, eis que eu vejo a mansão por dentro. Paredes que eram para ser brancas, estavam manchadas e com mofo. Se bem que, ignorando toda essa sujeira a sala era incrível. Um tapete bege claro cobre a maior parte do piso, delimitando a área da sala de estar. Uma mesa de centro redonda em tom dourado metálico posicionada no centro do tapete, entre dois sofás que apesar de estarem sujos, eram muito bonitos. Um sofá grande e confortável em tom bege claro ocupa a maior parte do espaço à direita da sala, com almofadas em tons neutros. A sala era enorme cabendo vários móveis. E do lado esquerdo, uma poltrona individual, também bege claro, para complementar o conjunto. Um vaso com flores secas era o único enfeite ao lado da televisão. Cinco luminárias pendentes em tom dourado metálico, penduradas em diferentes alturas, iluminam a sala com elegância. Uma peça de arte abstrata em tons terrosos completa a decoração da parede oposta à televisão
O carro passa pelo portão estacionando perto de um pequeno chalé de madeira. A casinha, estava bem cuidada e com flores roxas e amarelas em um canteiro que ficava na janela, uma luz acesa de dentro do chalé, deixava as flores mais belas ainda, dando o ar de conforto. Mais ao fundo, eu podia ver um pequeno lago que diferente do outro, tinha águas calmas e limpas. A vegetação ao redor é exuberante, com árvores verdes e arbustos bem podados com flores brancas. Assim que Eduardo abre a porta do carro, eu desço e fico olhando aquela paisagem, com um monte de perguntas em minha cabeça. Perguntas que eu tenho certeza de que vão dizer : "não é da sua conta boneca". — bocejando ainda sonolento — Nossa que cochilo bom — diz se espreguiçando — Por que estacionou desse lado ? — Pergunta indo em direção a Matheus. — Bem...esse era o único lugar que o carro passava...— Responde com medo de ser repreendido. — E você nem imagina o porque do carro não passar pelo outro portão — Comento
Ali naquele palco, eu estava de frente a um tigre tentando dominar uma raposa. Mas, essa raposinha aqui, é esperta demais para esse pequeno tigre. — Então seja uma boa garota e me espere aqui com meus seguranças, — solta meu queixo e se levanta indo em direção a moça que segurava a maleta de dinheiro. Obviamente, ele iria assinar algo ou terminar de fechar a "compra da sua nova boneca ". Me levanto do chão encarando os seguranças e o resto da plateia que ainda cochichavam sobre o ocorrido.Outros homem se aproximam de mim com um olhar sério demonstrando firmeza.— Me siga, você tem que se trocar para quando seu dono chegar.— diz um dos homens de terno me levando para onde a mulher que tinha me levado para aquele maldito palco estavaNem comentei nada, eu estava louca para tirar aquela roupa ridícula. Os seguranças daquele cara, não paravam de me seguir. Por sorte não estraram no quarto, assim eu poderia vestir minhas roupas mais confortável. Isso se aquela maldita mulher n
Quando acordei, estava trancada em um quarto velho que mais parecia uma prisão. A parede em um tom amarelo-claro desbotado, com grandes áreas de tinta descascada revelando uma camada inferior verde-azulada. Há pedaços de papel e outros detritos presos à parede. Um leito de madeira simples e escuro, com uma colcha cinza-azulada e uma almofada. Ao lado da cama, há um pequeno armário de madeira escuro e antigo, com uma gaveta e duas portas. O chão parece ser de madeira escura e desgastada. A luz entra por uma janela aberta porém, com grades, destacando a poeira e o estado de degradação do quarto. De uma coisa em sabia : estando em um lugar desses, eu de fato tinha sido sequestrada. E de duas uma : ou eu seria vendida, ou teria meus órgãos arrancados.Não demorou muito para que a porta fosse aberta e uma mulher alta usando um vestido preto entrasse no quarto, carregando uma muda de roupas.— Vista isso e me acompanhe — joga a roupa em cima da cama— Antes que me pergunte, você vai ser v





Último capítulo