Mundo de ficçãoIniciar sessãoAtenção ! Essa obra contém muitos palavrões vindos da protagonista devido a seu estilo de vida. Rubi uma mulher azarada, começa seu dia já atrasada para uma entrevista de emprego. Depois de uma entrevista fracassada, a jovem pensa que não poderia ter um dia pior do que aquele. Porém, assim que pisa do lado de fora, um carro suspeito a sequestra. Acordando em um leilão, Rubi percebe que sua vida tinha acabado de ficar ainda mais azarada. Durante o Leilão, um homem alto e bem vestido, dá o último lance que deixa todos sem palavras, aquele homem, tinha acabado de comprar Rubi por uma quantia de se admirar. Pensando que seria usada como um brinquedo sexual, a jovem pensa que sua vida estava acabada e que nada poderia salva-la. Mas as coisas eram bem diferentes, o homem tinha a comprado para ser sua...empregada !? sim isso mesmo. Aquele homem na verdade não tinha intenção de usar ela como boneca e sim queria que ela arrumasse e concertasse as coisas de sua enorme mansão que por sinal, parecia abandonada de tanto mato e sujeira. Como pode um homem com tanto dinheiro no bolso viver em uma mansão praticamente abandonada!? bem venha acompanhar essa incrível história...
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𝕌𝕞𝕒 𝔸𝕫𝕒𝕣𝕒𝕕𝕒 𝕡𝕒𝕣𝕒 𝕠 ℂ𝔼𝕆 Eu me chamo Rubi, tenho 23 anos. E eu...sou uma pessoa não muito paciente e me estresso muito fácil. E por isso tive que sair de casa por descontar minha raiva em palavrões ou simplesmente coisas quebradas por aí. Não me lembro muito da minha infância devido a um acidente no passado. E o resto ? vocês já vão descobrir... A brisa leve do amanhecer, os pássaros voando sobre as árvores e cantarolando. Era o clima perfeito para acordar tranquilamente, e tomar o café da manhã em uma harmonia sem igual. O único problema, é que...EU SOU UMA POBRE AZARADA! Ao invés de acordar com uma leve brisa, acordei com o calor de fritar ovo e um banho de suor, acompanhado de uma forte luz solar na cara. E os passarinhos, pareciam estar com dor de garganta, de tão barulhentos. O café da manhã não rolou, o pó de café acabou, o açúcar molhou devido a goteira da chuva da noite passada, e o gás nem quero entrar em detalhes. O pão que eu comprei estava duro feito pedra, se jogar em alguém, com certeza quebra a cabeça. Acordei tarde, meu celular não está mais funcionando perfeitamente o que sempre me faz perder o primeiro ônibus. Mas, vamos parar de contar as desgraças da vida, porque o tempo não para e como eu disse, acordei atrasada. 05:45 da manhã. Faltam exatamente 15 minutos para o próximo ônibus passar. — Meu Deus ! cadê esse diacho de passe !? — Saio bagunçando minhas roupas e revirando minha gaveta de calcinhas em busca do passe. 05:50 da manhã. Faltam exatamente 10 minutos para o próximo ônibus passar. — Achei ! — comemoro ao achar o passe dentro da carteira que tinha caído atrás da cômoda — nossa finalmente, achei que teria que pagar cinco conto pra ir em uma- —olho para o relógio 5:55 da manhã. Faltam exatamente 5 minutos para o ônibus passar. — Oh porra do caralho ! — saio correndo para fora de casa, fechando o portão na maior pressa e corro para chegar no ponto de ônibus. — Dê tempo por favor ! Virando a esquina, um carro passa numa poça de lama em alta velocidade me molhando toda e jogando lama em minha calça. — Porraaaaaa !!!! — grito olhando o carro sumir rua abaixo — Eu vou nessa carroça de entrevista, custe o que custar! — digo a mim mesma determinada. O ônibus logo chega no ponto de ônibus e lá vai eu correr e gritar para o motorista me esperar. Por sorte da vida, o motorista era gente boa e me esperou chegar. — Nossa mocinha, que dia em ? —diz sorrindo ao ver minhas roupas todas molhadas e sujas. — Poisé, a sorte está de mal comigo — sorrio forçadamente. — Nossa entendo...nesse caso nem precisa pagar — me olha com uma certa piedade — com um azar como o seu, você merece andar de ônibus de graça ! — Nossa sério !? — Perguntei animada, finalmente algo bom estava acontecendo comigo. — Claro que não né. Acha mesmo que não vou cobrar ? eu tava só zoando — cai na risada junto a todos os curiosos que já tinham entrado no ônibus. — Tá achando que eu sou plateia, para você ficar fazendo graça, seu palhaço !? — olho para o motorista com olhar de ódio e depois encaro os outros que se calam rapidamente — Bando de filhos da puta. — pago minha passagem e passo pela catraca me sentando em uma cadeira no fundo do ônibus. — Calma mocinha eu estava apenas brincando — diz o motorista sem graça. — Não sou criança para ficarem brincando comigo ! — digo ainda com raiva. 6:40 da manhã... Cheguei no local da reunião. A entrada da empresa era muito bonita e elegante. Tinha um rapaz parado na frente da empresa recebendo as pessoas que participariam da entrevista. Me aproximei da entrada e o cumprimentei seguindo para dentro da empresa. — Mocinha ! — ele me chama — Não são permitidas pessoas que pedem caridade, por favor se retire — Ele diz de uma forma calma sem me faltar ao respeito. Sem me faltar o respeito? "meus ovo" que não me senti ofendida. Só porque eu estou suja e com meus cabelos arrepiados, não quer dizer que sou uma mendinga ou alguém precisando de caridade. Eu apenas não estou nos meus melhores dias. Resolvi não responder nada para aquele sujeito e apenas o ignorei seguindo meu caminho. Quer dizer, eu tentei... — Senhorita, realmente não posso te deixar entrar ! — Diz segurando meu braço me impedindo de entrar. — Caramba ! eu vim para a entrevista de emprego que por sinal, vai começar agorinha as 7:00 horas— digo apontando para um relógio enorme pendurado na parede perto da entrada— e como pode ver, já são 6:55. FALTAM SÓ A PORRA DE CINCO MINUTOS, PARA EU CONSEGUIR CHEGAR NO CARALHO DO SEGUNDO ANDAR !!!. Surtei. soltei os cachorros em cima do cara e sai bufando, entrando no elevador, enquanto o rapaz ficou me olhando asustado com minha atitude. No segundo andar tinha uma velha- quer dizer, uma senhora e um rapaz sentados esperando serem chamados para a entrevista. — Nossa mocinha ! o que aconteceu? — me olha com uma certa pena — venha sente-se aqui e conte como você acabou assim Me sentei ao seu lado e contei o que tinha acontecido. Desabafei enquanto ela ouvia em silêncio e o homem sentado do outro lado escutava minhas lamentações atentamente. No final, ela começou a me dizer que isso era coisa do diabo e que eu devia rezar mais por proteção. Não discordei e nem concordei, afinal, ela estava tentando ajudar. Logo todos passaram pela entrevista e foram embora. Meu nome rapidamente foi chamado e assim que entrei na sala percebi o olhar surpreso da entrevistadora. — Senhorita...Rubi...?— diz me olhando de cima a baixo com um olhar de nojinho. — Eu mesma — puxo a cadeira e me siento esperando a entrevista começar. — Nem precisa se sentar ! olhando sua aparência e forma como chegou ao estabelecimento, posso perceber o tipo de pessoa que você vai ser , trabalhando aqui — ela j**a o meu currículo na lixeira ao lado da mesa. Aquilo me fez sentir um ódio enorme. Tudo bem que eu não estava limpa, mas também não precisava me tratar dessa forma. — Pois quer saber dona ? eu é que não quero um emprego nessa carroça de empresa não viu! — me levando da cadeira a arrastando para longe da mesa e saio para fora da empresa passando pelo porteiro que ao me ver, se afastou com medo. Do lado de fora pego meu celular para verificar os horários dos ônibus e ir para casa. Enquanto olhava os horários, meu celular viciado, desliga me deixando na mão. — A pronto ! tem como esse dia ficar pior !? — coloco o celular na bolsa e começo a caminhar em direção ao ponto de ônibus mais próximo. Um carro em alta velocidade passa por mim e da uma volta suspeita me cercando. Dois homens altos e fortes correm em minha direção, saio correndo na direção oposta mais sou alcançada e arrastada até o carro. Sou jogada para dentro do carro e em questão de segundos acabo desmaiando por causa de um pano com algo suspeito que tampava minha boca e nariz... continua 😚 obrigada por ler 🍒 curte e comenta o que achou desse capítulo 😊 beijinhos meus brotinhos 🌱De dentro do banheiro, eu podia ouvir o barulho que aqueles caras faziam enquanto me procuravam. Tão barulhentos... — Senhorita Rubi!!! — Matheus me chamava a cada cinco segundos enquanto sua voz ficava mais chorosa — não pode nos abandonar Senhorita Rubi...precisamos de você para ajudar a lidar com o chefe Senhorita Rubi... — Se eu fosse ela, eu já teria fugido para longe — Eduardo parecia estar sem paciência ao me procurar — Eu sabia que ela iria embora. Também, o nosso chefe é muito sonso e nem percebeu que ela tinha sumido. A procura continuou até que eu pude escutar bem baixinho o barulho da porta do quarto se abrindo . — escuta o barulho do chuveiro — Achei você raposinha~ — diz cantarolando enquanto tenta abrir a porta. — Ué...você trancou a porta ?— pergunta girando a marsaneta da porta. — Mais é óbvio que sim ! — digo sem paciência enquanto me preparo pra entrar no chuveiro. Assim que entro de baixo do chuveiro, dou um pulo para trás a toda velocidade. — AAAAA
Enquanto eu estava terminando de limpar as coisas, aquele tigre sem vergonha, não parava de me importunar. Me mandava limpar os tapetes, tirar poeira das janelas e sempre me agarrando quando eu não estava atenta com seus passos. — Olha só ali — apontando para uma pequena mesa que era enfeitada com um vaso de flores secas— limpa lá também empregada — sorri se sentando no sofá — e quando estiver limpando, dá uma abaixadinha para facilitar as coisas — imaginando algo em sua mente. — Facilitar? Facilitar o que ? — impaciente apertando o pano com força. — Oras, facilitar para que eu possa ver sua bun- — Recebe um pano bem dado na cara. — Se quiser essa porcaria de mesa limpa, então se levante e vai limpar você mesmo ! — saio bufando de raiva indo em direção as escadas. Enquanto eu subia as escadas, percebi que tinha uma janela enorme que dava a vista para o céu. Aquele céu que antes estava com o sol estralando de quente, agora estava se preparando para o nascer da noite. O dia tinha
Quando achei que não tinha como piorar, eis que eu vejo a mansão por dentro. Paredes que eram para ser brancas, estavam manchadas e com mofo. Se bem que, ignorando toda essa sujeira a sala era incrível. Um tapete bege claro cobre a maior parte do piso, delimitando a área da sala de estar. Uma mesa de centro redonda em tom dourado metálico posicionada no centro do tapete, entre dois sofás que apesar de estarem sujos, eram muito bonitos. Um sofá grande e confortável em tom bege claro ocupa a maior parte do espaço à direita da sala, com almofadas em tons neutros. A sala era enorme cabendo vários móveis. E do lado esquerdo, uma poltrona individual, também bege claro, para complementar o conjunto. Um vaso com flores secas era o único enfeite ao lado da televisão. Cinco luminárias pendentes em tom dourado metálico, penduradas em diferentes alturas, iluminam a sala com elegância. Uma peça de arte abstrata em tons terrosos completa a decoração da parede oposta à televisão
O carro passa pelo portão estacionando perto de um pequeno chalé de madeira. A casinha, estava bem cuidada e com flores roxas e amarelas em um canteiro que ficava na janela, uma luz acesa de dentro do chalé, deixava as flores mais belas ainda, dando o ar de conforto. Mais ao fundo, eu podia ver um pequeno lago que diferente do outro, tinha águas calmas e limpas. A vegetação ao redor é exuberante, com árvores verdes e arbustos bem podados com flores brancas. Assim que Eduardo abre a porta do carro, eu desço e fico olhando aquela paisagem, com um monte de perguntas em minha cabeça. Perguntas que eu tenho certeza de que vão dizer : "não é da sua conta boneca". — bocejando ainda sonolento — Nossa que cochilo bom — diz se espreguiçando — Por que estacionou desse lado ? — Pergunta indo em direção a Matheus. — Bem...esse era o único lugar que o carro passava...— Responde com medo de ser repreendido. — E você nem imagina o porque do carro não passar pelo outro portão — Comento
Ali naquele palco, eu estava de frente a um tigre tentando dominar uma raposa. Mas, essa raposinha aqui, é esperta demais para esse pequeno tigre. — Então seja uma boa garota e me espere aqui com meus seguranças, — solta meu queixo e se levanta indo em direção a moça que segurava a maleta de dinheiro. Obviamente, ele iria assinar algo ou terminar de fechar a "compra da sua nova boneca ". Me levanto do chão encarando os seguranças e o resto da plateia que ainda cochichavam sobre o ocorrido.Outros homem se aproximam de mim com um olhar sério demonstrando firmeza.— Me siga, você tem que se trocar para quando seu dono chegar.— diz um dos homens de terno me levando para onde a mulher que tinha me levado para aquele maldito palco estavaNem comentei nada, eu estava louca para tirar aquela roupa ridícula. Os seguranças daquele cara, não paravam de me seguir. Por sorte não estraram no quarto, assim eu poderia vestir minhas roupas mais confortável. Isso se aquela maldita mulher n
Quando acordei, estava trancada em um quarto velho que mais parecia uma prisão. A parede em um tom amarelo-claro desbotado, com grandes áreas de tinta descascada revelando uma camada inferior verde-azulada. Há pedaços de papel e outros detritos presos à parede. Um leito de madeira simples e escuro, com uma colcha cinza-azulada e uma almofada. Ao lado da cama, há um pequeno armário de madeira escuro e antigo, com uma gaveta e duas portas. O chão parece ser de madeira escura e desgastada. A luz entra por uma janela aberta porém, com grades, destacando a poeira e o estado de degradação do quarto. De uma coisa em sabia : estando em um lugar desses, eu de fato tinha sido sequestrada. E de duas uma : ou eu seria vendida, ou teria meus órgãos arrancados.Não demorou muito para que a porta fosse aberta e uma mulher alta usando um vestido preto entrasse no quarto, carregando uma muda de roupas.— Vista isso e me acompanhe — joga a roupa em cima da cama— Antes que me pergunte, você vai ser v
Último capítulo