— Ai... Meu Deus do céu. – O homem desconhecido geme no chão, com a mão na cabeça.
Cecília permanecia em silêncio, fixando o local onde estivera apenas alguns segundos antes. Seu rosto impassível era mais inquietante do que seu sarcasmo habitual. Uma sensação de apreensão começava a me envolver.
— Cecília? Você está bem? – Toco em seu ombro com delicadeza.
O homem volta seu olhar para nós duas e se levanta rapidamente.
— Fale alguma coisa, pelo amor de Deus! – Suplico aflita.
— Eu poderia ter m