Case comigo, docinho.
— Menina insolente... Vou fazer questão de te dar uma surra! – Sua fala entre dentes me arrepia.
Minha confiança começa a diminuir e o medo a surgir. Eu era apenas uma adolescente a mercê dos desejos do meu pai. Não havia nada que eu fizesse que pudesse impedir meu destino cruel.
Eu não devia provoca-lo assim, sabia que ele iria se vingar, eu conhecia como João era vingativo e rancoroso. Céus, eu acabei de assinar meu atestado de óbito!
— Além do mais, eu não tenho só as empresas no meu nome. E