Sentado no sofá, fechou os olhos e aproveitou para descansar enquanto as senhoras regressavam. Nesse momento, voltam-lhe à mente as recordações do passado, como uma criança fechada num quarto escuro e sombrio onde é mantida acorrentada ao lado do corpo inerte do pai.
Uma mulher continua a apontar-lhe a arma e ameaça matá-lo também se ele não parar de pedir ajuda para salvar o homem.
-Filho", ouve ele a dormir.
-Não! grita em voz alta. Não lhe façam mal! -suplica ele.
-Filho, eu estou aqui, sou