Reúno forças para me conter, mas não consigo da maneira que quero. Não há como Luciano me acompanhar para ver esse apartamento. Simplesmente não há.
— Você não pode me acompanhar para ver esse apartamento! — minha voz sai mais alta e estridente do que eu gostaria.
— Por que não? Eu te mostrei o meu. Ou você está escondendo algo de mim? — ele brinca comigo.
— Que necessidade você tem de querer ver onde eu vou morar? É desnecessário — digo na defensiva.
O elevador se abre no térreo, e meus pés se