Elena Evans
A dor era um lembrete cruel de que eu ainda estava viva.
Meus olhos se abriram lentamente, a claridade me cegando por um instante. O cheiro estéril do hospital preencheu minhas narinas, e a primeira coisa que senti foi um peso estranho no peito—como se algo estivesse errado antes mesmo que eu conseguisse me lembrar do que havia acontecido.
Minhas mãos se moveram instintivamente até a barriga, mas o gesto foi interrompido por uma pontada aguda.
Foi então que tudo veio de uma vez.
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