Capítulo 45
Sofia Bragança
O relógio marcava 14h10 quando a cerimônia começou. O atraso era pequeno, mas meu coração já estava inquieto. Bruno ainda não havia chegado e, por mais que eu tentasse manter a compostura, algo dentro de mim gritava que havia algo errado.
Mas então, quando a música começou, todos os olhares se voltaram para o topo da escadaria da mansão Bragança. E lá estava ela.
Minha mãe.
Sentada em sua cadeira de rodas, conduzida com delicadeza pelo senhor José Tavares,