O coração dela começou a bater tão forte que com certeza ele pôde ouvir. Ela permaneceu em silêncio, foi deitando abraçada com a cabeça em cima do tórax dele. Ele sentiu a respiração ofegante, o coração disparado, ficou acariciando as costas e braços dela, logo falou sério:
— Está com medo de mim, Marjorie? Agora que não sou mais cadeirante?
Ela disse baixinho apenas "não". Ele respondeu:
— Eu não sou o tipo de cara que machuca uma mulher! Nunca faria nada com você, à força. Acho que me confund