Mundo de ficçãoIniciar sessão— Oi! Trouxe a sua comida.
Estava quase adormecendo em meio à dor e o choro quando um jovem de uns 16 anos entrou pela porta do quarto imundo onde eu estava com uma bandeja de comida nas mãos. Olhei de relance para ele e voltei a colocar minha cabeça entre as pernas.
— Não estou com fome — forcei minha voz para que saísse de forma audível.
— Mas você tem que comer, dona. — falou de forma calma,







