— Sterling, volte aqui! — Teresa gritou, quase histérica, enquanto via a silhueta dele desaparecer pela porta. Sua respiração estava acelerada, e a ferida no peito sangrava mais a cada movimento. A dor e a perda de sangue a deixaram tonta, e, em poucos segundos, tudo escureceu.
Quando Teresa acordou, já era manhã do dia seguinte.
A fraqueza tomava conta de seu corpo. Talvez pelo sangue que havia perdido, sua cabeça ainda girava, e ela mal conseguia mover os braços.
— Tem alguém aí? Quero á