Desde que não ouvisse falar de Sterling e Teresa, o humor de Clarice permanecia leve. Assim que chegou ao elevador, as portas se abriram.
O rosto de Teresa surgiu abruptamente em sua frente. Clarice ficou imóvel por um momento. Que coincidência.
— Clarice, você veio me visitar também? — Teresa se aproximou com um sorriso doce e, sem cerimônias, segurou delicadamente o braço dela. Sua voz era suave, quase íntima, como se fossem grandes amigas.
Clarice, com um movimento discreto, afastou o braço: