O que Sterling queria dizer era claro: hoje, mesmo que Clarice não quisesse, ela teria que fazer amor com ele.
Clarice sentia-se, ao mesmo tempo, humilhada e tomada pelo ódio. Ela odiava a arrogância de Sterling, odiava sua falta de escrúpulos!
Ela era uma pessoa, não um objeto para entretenimento, muito menos uma marionete para ele brincar. Como ele podia tratá-la assim?
— Clarice, comece logo. Não me faça perder a paciência. — Sterling falou devagar, quase como se estivesse saboreando ca