O assistente de Gabriel me avisou de Celina e do motorista que ele deixou. Eu o dispensei, não era necessário. Eu poderia dirigir e cuidar de Celina, mas aceitei que ele pagasse as custas do hospital.
Abri a porta devagar, sem saber exatamente o que eu ia encontrar. Celina estava sentada no sofá, encolhida, os olhos vermelhos de tanto chorar, revelando uma expressão de culpa tão profunda que chegou a me doer.
Ela levantou os olhos para mim, e por um momento, pareceu decepcionada.
— Pensei que