“Eu também sinto falta da minha mãe. Todos os dias.”
A frase de Sofia continuava ressoando na minha cabeça, como um eco impossível de silenciar. Eu precisei sair do quarto, encontrar um momento para respirar. Inventei uma desculpa qualquer, dizendo que ia buscar algo para comermos. Sofia não tinha almoçado.
Quando cheguei à recepção, a dona da pousada me entregou alguns sanduíches, desculpando-se por não ter nada melhor. Eu assenti, mas minhas palavras soaram distantes, como se