ESTER
Passar a noite com Bruno tinha sido maravilhoso e extremamente prazeroso, já que parecia que o fogo dele nunca se apagava e, com isso, passamos a noite toda acordados. O dia já estava clareando quando fomos dormir e, claro que, o arrependimento veio pela manhã.
Ainda não tínhamos dormido muito quando fomos acordados com batidas insistentes na porta da nossa cabana. Ouvi quando Bruno resmungou alguma coisa que saiu incompreensível de sua boca e, contra a vontade, se levantou, sem deixar de