Rafael se ajoelhou, a voz rouca e teimosa rasgando o ar:
— Só pode me amar nessa vida! Você não tem capacidade para amar mais ninguém!
Olhei para ele com frieza, um sorriso de desprezo brotando o fundo do peito. Esse homem sempre foi assim, achando que me tinha na palma da mão. Contudo, desde quando eu seria marionete dele?
— Engolir barata e dizer que é caviar nunca foi meu forte. — Soltei gelada. — Então pode pegar sua barata podre e vazar de uma vez.
Foi quando Rafael desmontou. Nunca tinh