— Que isso? Quem te autorizou a entrar na minha sala? — Perguntei franzindo o cenho.
Vi ela soltar uma pequena risada nasal, cruzando os braços.
— Sua sala? É... realmente... eu te subestimei...
Vi ela dando alguns passos ecoando aquele salto pela sala. Fiquei de pé pronta para mandá-la embora, mas ela abriu a boca pra falar de novo:
— O Yann não está aqui? Onde está o verdadeiro dono, dessa sala? — Ela disse dando ênfase na palavra dono.
— Que eu saiba ele ainda não consegue se tornar invisí