Aaron
O som de algo suave, como passos abafados ou o ranger de uma porta, me tirou de um sono profundo. Meus olhos se abriram lentamente, olhando ao redor, e a estranheza do ambiente me atingiu. O quarto era confortável, espaçoso, mas não era meu. Por um breve instante, senti uma pontada de confusão, até que as memórias da noite anterior vieram à tona.
Um sorriso suave se formou em meus lábios enquanto me recostava no travesseiro. Rebecca. Eu a encontrei. E, mais importante, ela aceitou dar uma