Asllan e Melissa voltaram para o camarim com expressões abatidas, carregando no semblante a frustração do confronto.
Melissa, tomada por um turbilhão de desespero e confusão, colocou-se diante dele. Uma lágrima solitária deslizou pelo canto de seu rosto, e sua voz saiu frágil, quase quebrada:
— Asllan… você me culpa? Você me culpa por não ter concordado com o que Amara pediu?
O coração de Asllan apertou-se ao vê-la tão vulnerável. Ele estendeu a mão e enxugou delicadamente a lágrima de sua boche