Amara olhou para o homem à sua frente e acariciou-lhe o rosto com delicadeza. Os dedos finos deslizaram pelo nariz levemente arrebitado, pelos olhos frios e profundos, pelos lábios firmes…
Ela queria guardar aquele rosto na memória — cada ângulo, cada detalhe, cada expressão contida que ele insistia em esconder.
— Ok? — murmurou, a voz baixa, quase um pedido infantil.
Amara queria que ele ficasse. Nem que fosse apenas por mais alguns minutos.
Mesmo consciente de que ela não estava totalmente só