Amara só se atrevera a ir tão longe porque acreditava, com absoluta convicção, que Pitter possuía inteligência e discernimento suficientes para compreender suas razões quase de imediato — e, quem sabe, até cooperar com ela.
E, de fato, o “grande gênio” cooperara.
A cena transcorrera sem falhas aparentes.
Mas, ao observar com mais atenção a reação de Pitter, Amara sentiu um leve frio.
Será que algo tinha dado errado?
Que tragédia seria se ele tivesse acreditado que tudo aquilo era real! Aquilo d