Capítulo 5: A barreira do silêncio

Às vezes, o amor não acaba.

Ele só cansa.

Percebi isso numa terça-feira comum, enquanto embalava Luiza no colo às três da manhã, tentando ignorar a dor nos braços e o peso nos olhos. Ela chorava baixinho, um som manhoso, quase pedindo desculpa por me acordar. Eu a balancei devagar, sentindo o cheiro morno de bebê, aquele que mistura leite, sabonete e alguma coisa que só mães reconhecem.

— Tá tudo bem… a mamãe tá aqui — murmurei.
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