O não

Capítulo 149

Karl Lindström

Quando meu pai voltou a ficar confortável no seu quarto e o médico que eu havia ido atrás tinha chegado... Me afastei. Fui no banheiro.

Eu precisava lavar as mãos, mas quanto mais lavava, mais eu via a água continuava vermelha.

  Fiquei parado olhando minhas mãos debaixo da torneira enquanto o sangue escorria pela pia branca da mansão. Parte era minha. Parte dele.

  Não fazia diferença.

  Respirei fundo outra vez apoiando as duas mãos no mármore. Minha ca
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Mariléne dos SanttosMenina. essa foi forte. cadê mais... kkkkk
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