Sarah
“Eu estava mortalmente quieta, minha respiração saindo por entre meus lábios com o mínimo de barulho possível. Se ele me visse, provavelmente eu estaria ferrada.
Minha mente de criança estava uma bagunça medrosa, qualquer movimento feito por Carlos me levando a pular debaixo da mesa.
Eu havia entrado no escritório por causa da janela que dava para a rua. Um dos meus novos amigos, Samuel, passava todos os dias ali e eu queria ter a chance de lhe dizer que eu não conseguiria sair de casa