Sarah
Um som estridente começa a se infiltrar em minha névoa cansada do sono. Abro um pouco meus olhos tiro uma densa mecha de cabelo do meu rosto. Murmurando um palavrão, eu pego o responsável por me tirar de uma noite de sono merecida: meu celular.
A irritação vai perdendo lugar para a preocupação, ao perceber que é Nina que me liga repetidamente.
— Nina? — pergunto, o celular prensado no ouvido com força, enquanto tiro os cobertores de cima de mim.
— Sah... — ela me chama, o timbre tremendo