Deixo o copo sobre o balcão e praticamente corro, na esperança de evitar que Ava descubra minha mentira. Aproximo-me da porta do escritório com cautela, ouvindo os murmúrios irritados de Ava. "Como vou explicar isso a ela?", penso.
Suspiro aliviado ao entrar e encontrar Ava de pé diante do cofre. Ela balança a cabeça e murmura, quase num sussurro. 'Pelo menos o cofre continua fechado.'
— 1312, o quê? — Ela resmunga, massageando as têmporas. — Pense, Ava, estamos atrasados!
— Amor? — Interrompo s