Edward
Eu suspiro, derrotado, e acabo cedendo, porque sou idiota. Porque uma parte de mim ainda quer acreditar que isso é só uma conversa, só um fechamento. Eu a sigo pelo corredor, descendo os poucos degraus para o andar de baixo, onde os quartos de hóspedes ficam mais quietos. Ela abre uma porta e acende a luz fraca de um abajur. O quarto é simples: cama arrumada, uma cômoda, um banheiro pequeno ao lado.
Ela pega uma toalha branca do suporte, molha na pia e volta para mim.
— Deixa eu ver.