— Vou gozar — ele a advertiu enquanto se empurrava em sua boca com força e Noémi respirava fundo para suportar.
Só segundos, segundos de prazer, loucura e investidas poderosas até que ele sentiu tensão e se esvaziar desde sua boca até sua garganta com um grunhido de libertação.
— Engula — foi tudo o que disse e Noémi obedeceu.
Talvez isso fosse o mais emocionante de tudo, saber que ela, que não obedecia a ninguém, o escutava a ele. Ele a viu limpando a comissura dos lábios com o polegar e levand