—Danna está dormindo agora —sentenciou—. Tenho tempo.
Ailsa o olhou com tanto ódio que Loan disse a si mesmo que sim, devia ter o instinto muito fodido para ter podido acreditar nas lágrimas de crocodilo de uma mulher que nem com a ameaça de morte era capaz de se arrepender ou pedir perdão.
Três horas depois saía daquele quarto e devolvia a chave ao agente de guarda.
—Você pode ir descansar —disse-lhe—. Já não há ninguém para cuidar.
Loan dirigiu de volta ao hospital e antes que chegasse à famíl