Mason tamborilava com os dedos sobre o balcão da cozinha. Estava esperando aquele homem há horas desde que lhe disseram que servia para a tarefa. Estava furioso, ansioso para ouvir o que seu contato tinha a lhe dizer. Finalmente bateram à porta e um sujeito baixo, magricela e totalmente insignificante com uma maleta o cumprimentou.
—Não compro nada —grunhiu Mason, mas antes de fechar o homem o deteve.
—Mas eu sim me vendo, por um bom preço, claro.
Mason franziu o cenho.
—Você é o que chamam de "