Nastasia caminhou em silêncio até o quarto interno indicado a ela. O salto de seus sapatos fazia um som contido sobre o mármore, o corpo ereto, mas o olhar distante — distraído, preocupado, como se ainda estivesse presa àquela mesa no restaurante.
— Mãe… — chamou Nastya, hesitante, mas Nastasia não respondeu. Limitou-se a fechar a porta suavemente atrás de si, desaparecendo para dentro do quarto.
Por um momento, o silêncio preencheu todo o espaço. O som da cidade parecia longínquo, como um zumb