85. UMA CONVERSA SINCERA
Parei abruptamente, incrédula. Ele falava com tanta seriedade que poderia enganar qualquer um, mas por trás de suas palavras havia uma zombaria latente, uma armadilha que ele havia traçado para mim, da qual eu era ciente de que havia caído e da qual não conseguiria escapar pelos próximos três anos.
— Sim, mas... —tentei protestar.
— Não seja assim, ambos vão se divertir —diz com um sorriso adorável—. E, quanto a Luci, ela vai me desculpar. Sua irmã parece estar carente de carinho paternal.