271. OUTRA VEZ DORMIDA

ALESSANDRO:

Eu a abracei ao ver que ela se sentia culpada. Sua impulsividade não fez outra coisa desde que me conheceu a não ser me meter em problemas uma e outra vez. Queria dizer a ela que era a melhor coisa que havia me acontecido na vida, que me havia tirado do mundo escuro em que eu havia me afundado após a morte de Celia e de meu primogênito.

— Não fique assustada, Ale — me pediu com carinho —. Mas acho que vou ter sequelas dessa ferida. Se de fato me disparei, pode ser que eu esqueça
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