Mundo de ficçãoIniciar sessãoLILIAN:
Aqui vamos devagar, porque na verdade estou um pouco tonta. Eu me apoio no braço dele até chegar onde me indica. E é verdade, há uma linda e confortável cadeira de balanço debaixo de uma trepadeira carregada de flores brancas.
—Este era o lugar favorito da senhora —fala a senhora com saudade—. Quase todo o tempo que viveu aqui passou ali. Eu me reclino nela, fecho os olhos, sentindo como o sol me bate no rosto. Aos poucos, acabo dormindo. Ao voltar a abrir os olhos, vejo que Damián está cochilando em uma poltrona ao meu lado com um livro no colo. O sol já se foi; a noite está chegando. —Oi, Damián —o chamo e ele imediatamente se levanta—. Você não ia? —Você estava dormindo e, sem perceber, acabei também adormecendo —explicou, arrumando seu traje—. Não fui embo






