Mundo de ficçãoIniciar sessãoLILIAN:
Escuto como soa uma voz de alarme na minha cabeça, mas ignoro e sigo sorrindo para ele. Entreabro a boca sem conseguir emitir som algum. Ele me olha fixamente, esperando minha reação.
— Não estava, só um pouco tonta. E foi porque estava com o estômago vazio — me defendo. — Sim, estava, mas isso não me incomodou — refuta com tranquilidade. — Esses barris são enormes — exclamo quando paramos diante de vários imensos de madeira. Alessandro me solta, pega alguns copos pequenos, vira-se para uma pequena válvula que tem no barril e o enche, estendendo-o para mim. Eu pego e cheiro devagar. — Tem um cheiro muito bom — reconheço. — Tome só um gole e deixe que suas papilas gustativas absorvam o sabor, depois beba um trago — me indica, e faço o que ele diz. &nb






