28. O reconhecimento de Felliph
Os braços de Dianna envolveram os dois com força, como se aquele gesto fosse a única coisa capaz de manter o mundo inteiro no lugar. Como se soltá-los significasse perdê-los outra vez. Choravam os três — sem vergonha, sem defesas, sem tentar parecer fortes. Era um choro cru, profundo, antigo.
— Eu estou aqui… — ela repetia, entre soluços, a voz embargada, quase um sussurro desesperado. — Eu estou aqui… eu estou aqui…
Cada palavra era um fio que os mantinha de pé.
Os gêmeos se agarravam a ela co