Andrea acordou para a luz da manhã espreitando através da pequena praça de trinta por trinta centímetros que era a janela da sua cela. Enquanto esticava os braços e as pernas, o ar frio e húmido envolveu-a como um casulo. Ela olhou à sua volta em confusão antes de as memórias da noite anterior voltarem a inundar-se. Ela tinha sido trancada naquela cela solitária. Ela não sabia o que tinha feito para merecer isto, e uma onda de medo varreu-a.
Lágrimas brotaram-lhe nos olhos com o pensamento de Z