— Que merda… — percebi que ele passou as mãos no rosto e nos cabelos se negando. — Put@ que pariu, isso é real! — foram com essas palavras que ele definiu o que via em minhas costas, ele passou a mão sobre as cicatrizes. — Desculpa Lia, sinto muito de verdade, mas isso é demais para mim. — ele tentou novamente sair do quarto, mas fui rápida.
— Espera! — entrei em sua frente antes que ele saísse. — Por favor, por que está demonstrando tanto ressentimento se mal me conhecia? Me entenda, eu errei,