Quando chegaram à esquina, deram de cara com os homens de Isabela.
Cristiano falou friamente, sem tirar os olhos da frente:
— Passa por eles. Vai em frente.
Samuel gelou.
— Isso...
Então completou, com a voz tensa:
— Eles estão armados.
Só de dizer aquilo, já sentiu o coração disparar.
Os homens de Isabela eram implacáveis. Se tentassem forçar a passagem, atirariam sem hesitar.
Cristiano ficou em silêncio.
Seu peito subia e descia com violência, tomado por uma fúria que já tinha passado de todos