Um sorriso curvou os lábios de Isabela.
— Quer me chamar de cruel? Então tenta lembrar. Essas palavras não soam familiares?
Bruna ficou muda.
Sentiu o coração afundar mais uma vez.
Familiares?
Como não seriam?
Ela nunca tivera grande memória, mas, nos últimos dois dias, Isabela vinha obrigando-a a se lembrar, uma por uma, de coisas que ela preferia ter enterrado.
Crueldade?
Quando dizia aquelas palavras no passado, jamais achou que estivesse sendo cruel.
Mas agora, ouvindo tudo aquilo da boca de