Bruna ficou sem palavras.
— Eu não sou psicólogo. — Disse Cristiano, a voz fria. — Não sei tratar depressão.
Naquele instante, a raiva que ele vinha reprimindo finalmente transbordou.
Na mente dele, havia apenas uma imagem.
Isabela, sozinha, sob a chuva, segurando um guarda-chuva preto.
— Mas… — Bruna tentou argumentar, a voz trêmula. — Mas só de ver esse seu rosto… Só assim ela consegue se acalmar…
Ele não era psicólogo.
Mas aquele rosto, idêntico ao de Marcos, funcionava melhor do que qualquer