Cristiano puxou o cigarro com força.
A brasa se acendeu intensa por um segundo.
Ele não respondeu.
Não se moveu.
E foi justamente aquela imobilidade que inflamou ainda mais a irritação de Bruna.
— O quê? — Disparou ela. — Você ainda quer manter essa desgraça na família Pereira depois de tudo?
A voz subiu.
— Ela me bateu hoje.
Ao lembrar do tapa que levara, o rosto voltou a arder. A leve dor na face parecia a materialização da humilhação.
Se aquilo vazasse…
Ela não teria onde enfiar a cara.
Crist