A paciência de Cristiano estava no limite.
— Por quê?
A voz saiu contida, mas carregada de tensão.
Isabela ergueu os olhos devagar.
— Por quê? Porque, se eu não tivesse me prevenido, quem estaria internada por intoxicação alimentar seria eu.
Na primeira vez, fora ele mesmo quem mandara trazer aquela sopa.
E ela acabou no hospital.
Agora, pela segunda vez.
Ainda bem que desconfiara antes.
Isabela lançou um olhar de lado para ele, indiferente.
— A família Pereira me dá azar.
Era uma frase que Brun