Cristiano falou, a voz dura:
— Devolve a criança… E a gente se divorcia.
Naquele instante, por causa da criança, ele acabou cedendo.
Ele não podia se dar ao luxo de apostar.
Durante esse período, o menino estava internado no hospital, e aquilo já tinha drenado todas as forças de todos. Uma criança tão pequena, aos olhos dele, era frágil demais.
Um dos gêmeos ainda nem tinha como saber se sobreviveria ou não.
Por isso, ele não podia permitir que a menina, a saudável, sofresse qualquer imprevisto.