Não importava o que ele dissesse ou fizesse. Isabela simplesmente não acreditava em nada. Era como jogar óleo e sal num poço sem fundo: nada afundava, nada reagia.
Cristiano, já sem a menor paciência, levou a tigela à boca e virou tudo de uma vez.
— Eu já tomei tudo. Quero ver se isso me manda direto pro hospital.
Doente!
Cristiano pousou a tigela sobre a mesa, mas não saiu. Ficou alguns segundos encarando as costas dela. Pensou um pouco e acabou perguntando:
— Esse irmão que você mencionou agor