A manhã começou com uma sensação estranha para Marye. Não era tristeza, nem exatamente preocupação. Era algo mais sutil — como se o mundo ao redor estivesse silenciosamente mudando de posição, rearranjando peças que ela ainda não conseguia enxergar.
O sol entrava pela janela do apartamento, iluminando o chão de madeira e o corpo adormecido de Gustavo ao seu lado. Por alguns segundos, ela apenas observou. Havia algo reconfortante na presença dele. Uma estabilidade que ela nunca tivera antes. Com