No final, fiquei sozinha para voltar para casa. Olhei para Amélia, meio sem jeito, e sorri:
— Amélia, mais tarde eu chamo um carro, pode deixar.
— Tudo bem...
— E você? Tá tão tarde... Você sozinha... não, isso é perigoso. — Eu mal conseguia abrir os olhos de tão bêbada, mas ainda lembrei de me preocupar com ela.
— Meu irmão vem me buscar, não se preocupe comigo. — Respondeu Amélia, tranquilizando-me.
— Ah, que bom... — Murmurei, enquanto meus olhos se fechavam e eu desabava no sofá. Vagamente,